terça-feira, 18 de novembro de 2008

Faltam-me palavras...

Uma folha em branco, uma caneta na mão, mil idéias na mente, e um problema: faltam palavras pra traduzir e explicar o que eu sinto!

Por mais que eu tente, não consigo escrever absolutamente nada que condiz com minhas idéias. O que fazer quando isso acontece?

Sair um pouco, olhar o pôr-do-sol, ouvir os pássaros (ta... eu sei! Isso é meio clichê e “démodé” – risos – mas é o faço quando isso me acontece!), ouvir a belíssima e inconfundível voz de Elis Regina, ler um bom livro... todas essas coisas me ajudam a organizar minhas idéias, e assim, consigo traduzi-las e transcrevê-las no papel.

Nisso tudo, o que realmente importa, é que eu me sinta mais aliviada, em relação as meus sentimentos.

Sempre que eu escrevo, seja sobre meus sentimentos, ou seja sobre alguma coisa que acontece a minha volta, eu entro em uma espécie de “tranze”. Esqueço tudo que está acontecendo minha volta, e escrevo compulsivamente. É como se minha mão ganhasse vida própria, e fizesse movimentos independentes do meu comando.

Meu pensamento agi mais rápido que minha mão. Por essa razão, já perdi algumas idéias que me passaram rapidamente e minha mão não conseguiu acompanhá-lo. Isso me enraivece um pouco, pois não gosto de perder idéias; às vezes elas são tão raras de aparecerem...

Porem, isso não me impede de escrever!
Sei que não sou uma “escritora perfeita”, e sei que corro o risco desse blog não ser lido por mais ninguém além de mim, que o faço! Mas não é por isso que vou deixar de escrever! Adoro isso. E não pretendo parar jamais!

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